out
08
2009
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Faça sua própria barra de cereal

Havia postado esta receita em outro blog que contribuía, mas vejo que há aqui também espaço para ela, por ser uma forma de reduzir a geração de resíduos como embalagens plásticas, e possibilitar o consumo de um quitute gostoso em nossas caminhadas ao ar livre.

Interrompemos nossa programação para um comunicado importante:

Se você está cansado das barrinhas de cereal Dharma* que tem sempre o mesmo gosto e são cheias daqueles flocos de arroz sem graça, não perca mais seu tempo, arregace as mangas e faça sua própria barrinha seguindo ou adaptando a receita que segue. É mais barato, você se diverte, e faz barrinhas só com o que você gosta.

Antes da receita algumas dicas:

Barrinhas de cereal não fornecem energia durante o exercício, assim devem ser ingeridas cerca de 2 horas antes.

No dia a dia elas são práticas, ainda assim, prefira frutas para aquele lanche rápido.

2, 3 ou 10 barrinhas não substituem o almoço, não se engane.


Esta receita já não tem nada da “original” (acho que só a aveia ficou para contar a história), assim sugiro que, a meu exemplo, comecem seguindo a receita e aos poucos vão trocando algumas coisas e deixando a barrinha cada vez mais com a sua cara.

Barrinha de Cereal do CAITIF

Ingredientes (medidas aproximadas ou quase aleatórias):

250g Aveia (prefiro flocos grossos)

100g Fibra de trigo (pura não tem um gosto muito bom, mas no meio da barrinha vc nem vai sentir. Importante, +-30% de seu peso é só fibra)

1 pacote Coco ralado (desidratado, não adoçado)

50g Gergelim (qualquer cor, o preto cria uma textura mais bacana)

100g Amendoim triturado (ou qualquer castanha)

100g Amendoim não triturado (ou qualquer castanha – pode substituir por frutas desidratadas, morango ou banana fazem barrinhas muito gostosas)

250g proteína de Soja texturizada desidratada (isso mesmo, desidratada. Este é o segredo da minha barrinha)

Glicose de milho ou Mel – cerca de 250g (mas tenha cuidado e procure encontrar o ponto ideal, não deve ficar úmido nem seco demais)

Importante

Se usar mel, evite aquecer ou acrescentar na mistura com o fogo aceso. O mel perde grande parte de suas propriedade nutricionais quando aquecido acima de 40°C. Se pretender levar ao forno ou fazer a mistura com a panela no fogo, prefira usar a glicose de milho. Você também pode fazer a mistura com os dois, usando a glicose com o fogo aceso e o mel minutos depois que você apagou o fogo. Se você utilizar mel e preferir não aquecer muito a mistura, a barrinha ficará um pouco mole, mas muito mais gostosa.

Modo de fazer

Como você deve ter notado, irá juntar mais de 1kg de ingredientes, então utilize uma panela grande em que caiba tudo.

1 – Torre o gergelim mexendo sempre.

2 – Quando perceber que o gergelim está quase torrado, junte todo o coco e torre-o também. Gosto de torrar o coco para prolongar a “vida útil” da barrinha.

3 – Acrescente umas 3 ou 4 colheres da glicose de milho ou mel e misture bem, ainda com o fogo aceso. Isso criará uma película ao redor do coco.

Importante

O fogo auxilia na mistura, pois deixa a glicose e o mel mais líquidos, mas irá alterar as propriedades nutricionais do mel. Deste ponto em diante você pode desligar o fogo, mantê-lo baixo ou apagar. Experimente de todos os modos e veja como prefere.

4 – Acrescente aos poucos os demais ingredientes, sempre misturando para obter a mistura mais homogênea possível. Nesta etapa você irá acrescentar aos poucos a glicose (ou mel) e ficar atento à textura da “massa” para que ao fique úmida nem seca demais.

Costumo seguir esta ordem: Gergelim, coco, fibra de trigo, frutas, castanhas, aveia e por último a soja (a soja deve ser o último ingrediente)

5 – Se você não havia desligado o fogo antes de começar a misturar os ingrediente, desligue agora e deixe esfriar um pouco pois usará as mãos para espalhar esta massa na assadeiras.

6 – Depois de esfriar um pouco, coloque aos poucos toda a massa em uma assadeira grande e espalhe procurando cobrir todos os espaços uniformemente, utilize uma colher enquanto retira da panela a massa. Depois cubra com filme PVC e termine de espalhar usando as mãos e comprima para dar mais firmeza à mistura.

7 – Corte no formato de barras (umas 40 em um tabuleiro grande se você fez tudo certo)

8 – Se quiser, chegou a hora de colocar no forno. Eu nunca achei necessário.

Assim que testar esta receita, volte aqui e nos diga o que achou.

* referências televisivas à parte, preferi não citar nenhuma marca conhecida.

Written by CAITIF in: Para fazer | Tags:, , ,
mar
22
2009
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10 dicas de o que fazer durante a Hora do Planeta

Algumas sugestões da própria WWF para aproveitar melhor a Hora do Planeta. Algumas são meio malucas, mas pelo menos divertidas:

1. Participar do evento Hora do Planeta na sua cidade ou organizar um com seus vizinhos caso sua cidade não tenha um evento.
2. Reunir família e amigos para um picnic noturno em algum parque e observar as estrelas.
3. Aproveitar um jantar em família a luz de velas.
4. Organizar uma caça-ao-tesouro noturna.
5. Levar o cachorro para passear
6. Tomar um banho a luz de velas.
7. Sentar no escuro e contar histórias.
8. Organizar uma noite de jogos de tabuleiro com a família.
9. Passar uma noite romântica com a pessoa amada.
10. Enviar suas fotos e vídeos da noite para os grupos da Hora do Planeta no Flickr e Youtube.

E ai, já escolheu a sua? Confesso que já tenho algumas em mente, falta só colocar em prática.

Written by bernardoruas in: Para fazer | Tags:, ,
mar
21
2009
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Hora do Planeta 2009

A Hora do Planeta é um ato simbólico que através de um gesto simples, apagar as luzes por 1 hora, através do qual governos e empresas objetivam chamar atenção para o aquecimento global e provocar uma reflexão sobre o tema ambiental.

Realizada pela primeira vez em Sydnei, na Austrália, o “protesto” contou com a participação de mais de 2 milhões de moradores da cidade. Em 2008, foram mais de 50 milhões em 400 cidades de 35 países. Para 2009 a meta conseguir que 1 bilhão de pessoas apaguem as luzes.

Na última edição famosos pontos turísticos como o Coliseu, em Roma, a ponte do Golden Gate, em São Francisco e a Opera House, em Sidney, apagaram suas luzes. No Brasil a única cidade que apoia e adere oficialmente a iniciativa é o Rio de Janeiro.

A Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF e será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30. E ai, pronto para apagar as luzes?

Written by bernardoruas in: Para fazer | Tags:, , , , ,
fev
14
2009
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Samsung lança celular movido a energia solar

O novo celular da Samsung é moderno e consciente, foi planejado para agredir menos o meio ambiente e fazer com que os seus usuários também pensem no assunto. Não é a toa que o nome dele é “Blue Earth” (Terra azul).

Tudo começa com a sua composição, o celular é feito de plástico reciclado PCM que vem de garrafas pets recicladas. O aparelho também é livre de susbstâncias toxícas com o berílio. Outro ponto forte do Blue Earth é que ele é carregável por energia solar, sua parte de trás possui paineis receptores de luz solar que podem carregar o aparelho.

Juntando tudo isso a funções como “eco walk” que calcula quanto de emissão de CO2 pode ser reduzida em determinado trajeto se pedalarmos um bicicleta ou caminhar ao invês de utilizar carros e a função “eco mode” que configura o aparelho para o menor uso de energia, diminuindo o brilho da tela e desabilitando funções que não são sempre utilizadas como o bluetooth por exemplo.

Celular ecológico da Samsung chega ainda esse ano

Celular ecológico da Samsung chega ainda esse ano

O celular é bem bonito e “inteligente” pela preocupação social. Por enquanto a Samsung não liberou informações sobre o sistema operacional e configuração do hardware do aparelho, é aguardar para ver. O Blue Earth vai estar disponível no Reino Unido a partir do segundo semestre de 2009.

Written by bernardoruas in: Eles fazem | Tags:, , ,
fev
04
2009
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Energia Limpa x Brasil

Não é de hoje que me interesso por iluminação com leds e sistemas alternativos para geração de energia elétrica, mas na última semana, após um tempo considerável sem pesquisar sobre o assunto, tive uma grata surpresa. O número de projetos sendo desenvolvidos no Brasil cresceu muito, principalmente nas regiões norte, nordeste e sul. A energia solar tem se destacado neste aumento, mas projetos que envolvem a energia eólica (dos ventos) também ganham força em algumas regiões.

 

A energia do sol já é amplamente utilizada no aquecimento de água e hoje é comum que construções residenciais já sejam projetadas para receber coletores solares. O próprio Governo já inclui o aquecimento solar em novas escolar, creches e conjuntos habitacionais por padrão. Mas o que me chamou atenção foram os projetos que utilizam a energia fotovoltaica, que é a geração de eletricidade por meio da luz do sol.

 

Esta forma de energia tem sido usada, pelo poder Público, para bombeamento de água, atendendo a comunidades carentes afastadas dos centros urbanos, na eletrificação de creches e escolas públicas, postos policiais, em projetos de eletrificação residencial e ainda na iluminação pública. Já a iniciativa privada procura reduzir seus custos na piscicultura, irrigação, cercas elétricas dos rebanhos alem da eletrificação de torres remotas de telecomunicações.

 

Cresceu também o uso da energia eólica (dos ventos) para a geração de eletricidade. Já existem em funcionamento no Brasil, 7 fazendas eólicas e outras 47 já foram outorgadas, como consta nos dados divulgados pela ANEEL.

 

Mas, como toda boa notícia vem sempre acompanhada da ruim, esta não poderia ser diferente. Embora estejamos dando nossos passinhos no sentido da produção de energia limpa, continuamos a passos largos na produção de “energia suja”, já que outras 134 Termelétricas se juntarão às 618 já instaladas.

 

Mesmo apresentando um rendimento muito inferior, as Termelétricas utilizam a queima de combustível (normalmente petróleo, carvão mineral ou gás natural) para produzir vapor e este impulsionar a turbina que gerará a energia elétrica. Neste processo apenas 38% do calor gerado na queima será transformado em eletricidade. O restante será perdido. Além de quase ineficaz, este processo resulta em grande poluição e consumo de combustíveis fósseis (não renováveis).

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